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Por Dr. Umberto Antonini Rizzuto
Oftalmologia Lagoa Santa
Bom dia a todos. É com grande satisfação que mantemos nossa coluna semanal sobre Oftalmologia. Sempre temos tido retorno e elogio dos leitores. Hoje falaremos de algo que, a princípio, parece muito simples, mas é uma dúvida que sempre nos é exposta no dia-a-dia do consultório: os erros refrativos.
Miopia
A miopia ocorre quando o olho é mais longo do que o normal (diâmetro axial grande, o que pode não ser percebido visualmente, mas apenas por um ultra-som; isto é, nem sempre, esteticamente, o olho vai parecer grande), o que faz com que os raios de luz sejam focados muito antes da retina. O resultado disso é a baixa de visão para longe. Dependendo do grau de miopia, esse longe pode ser de apenas alguns metros.
Hipermetropia
É o defeito refrativo causado por uma redução do poder acomodativo do olho, que leva à formação da imagem atrás da retina. Também pode ocorrer em pessoas que têm os olhos pequenos (diâmetro axial pequeno).
Astigmatismo
Erro de refração que ocorre quando a superfície ocular (córnea) ou outros meios (cristalino) apresenta alguma alteração de curvatura, gerando imagens distorcidas na retina, que variam de acordo com o meridiano mais afetado. Dependendo do tipo de astigmatismo e de sua magnitude, pode causar dificuldade para enxergar de perto, de longe ou ambas.
Presbiopia
Perda da capacidade acomodativa dos olhos, também chamada de vista cansada, que gera dificuldade para enxergar de perto. Normalmente surge a partir dos 40 anos.